Fonte: Sindute Uberlândia
" Maior que a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado ! " (Rui Barbosa). Blog dedicado a troca de informações e a constante atualização dos profissionais da educação pública estadual de Minas Gerais, especialmente criado para promoção do debate destes tempos de greve.
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
sábado, 20 de agosto de 2011
Professores designados nas salas de aula
19/08/2011 - 18h34m
A designação de professores para atuarem no 3º ano do ensino médio nas escolas estaduais continua a todo vapor e nas várias regiões do estado já é possível encontrar educadores nas salas de aula. Após 69 dias de férias forçadas, os estudantes finalmente voltam à rotina e já sabem que vão ter que estudar em dobro para recuperar o tempo e os conteúdos, pois em breve começam os vestibulares e está próxima também a data de realização da prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
Até o momento, apenas os alunos do terceiro ano do ensino médio das escolas estaduais retornaram as aulas. As reposições também já começaram e vão até o fim do ano, com aulas aos sábados e feriados, pois é preciso estudar em bastante.
Mas ainda não há previsão para o retorno dos alunos do primeiro e segundo anos do ensino médio e a greve dos professores da rede estadual continua. Segundo o Sint-UTE (Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais), atualmente, os profissionais com formação em nível médio recebem R$ 369,89 para uma jornada de 24 horas semanais. Com o subsídio, o valor vai para R$ 1.320, mas a categoria reivindica o piso salarial de R$ 1597, além do plano de carreira.
Em todo o estado, 356 novos educadores já foram designados e autorizados a iniciarem as aulas. Mas, segundo as diretoras, não está sendo fácil cumprir a determinação, já que neste mês quase todos os professores já estão trabalhando e não é fácil encontrar pessoal habilitado. Elas informam que à medida que os professores estão voltando aos trabalhos estão sendo designados.
A designação de professores para o 3º ano do ensino médio é uma orientação da Secretária de Estado de Educação, por meio da Resolução nº 1.905, publicada no Minas Gerais no último dia 9 de agosto. O objetivo é o de não prejudicar o desempenho dos estudantes em exames como o Enem e os vestibulares. A Resolução estabelece ainda que podem ser designados: Especialistas em Educação Básica, Assistente Técnico em Educação Básica e Auxiliar de Serviços em Educação Básica para garantir a regularidade do funcionamento desse nível de ensino.
A resolução nº 1.905, também prevê que no caso de retorno do professor titular, o educador designado poderá continuar na escola até o final do ano letivo de 2011 para a realização de atividades como reforço dos alunos nas disciplinas cursadas.
Continuidade das designações
Minas Gerais conta com 2.141 escolas estaduais que oferecem o ensino médio. Para as escolas que ofertam esse nível de ensino e que não conseguiram completar o seu quadro de professores designados para o 3º ano, a SEE mantém a autorização para o preenchimento das vagas. A expectativa da Secretaria é de que até o início da próxima semana, a situação nas escolas atingidas pela paralisação seja regularizada.
Fonte: O Norte de Minas
A designação de professores para atuarem no 3º ano do ensino médio nas escolas estaduais continua a todo vapor e nas várias regiões do estado já é possível encontrar educadores nas salas de aula. Após 69 dias de férias forçadas, os estudantes finalmente voltam à rotina e já sabem que vão ter que estudar em dobro para recuperar o tempo e os conteúdos, pois em breve começam os vestibulares e está próxima também a data de realização da prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
Até o momento, apenas os alunos do terceiro ano do ensino médio das escolas estaduais retornaram as aulas. As reposições também já começaram e vão até o fim do ano, com aulas aos sábados e feriados, pois é preciso estudar em bastante.
Mas ainda não há previsão para o retorno dos alunos do primeiro e segundo anos do ensino médio e a greve dos professores da rede estadual continua. Segundo o Sint-UTE (Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais), atualmente, os profissionais com formação em nível médio recebem R$ 369,89 para uma jornada de 24 horas semanais. Com o subsídio, o valor vai para R$ 1.320, mas a categoria reivindica o piso salarial de R$ 1597, além do plano de carreira.
Em todo o estado, 356 novos educadores já foram designados e autorizados a iniciarem as aulas. Mas, segundo as diretoras, não está sendo fácil cumprir a determinação, já que neste mês quase todos os professores já estão trabalhando e não é fácil encontrar pessoal habilitado. Elas informam que à medida que os professores estão voltando aos trabalhos estão sendo designados.
A designação de professores para o 3º ano do ensino médio é uma orientação da Secretária de Estado de Educação, por meio da Resolução nº 1.905, publicada no Minas Gerais no último dia 9 de agosto. O objetivo é o de não prejudicar o desempenho dos estudantes em exames como o Enem e os vestibulares. A Resolução estabelece ainda que podem ser designados: Especialistas em Educação Básica, Assistente Técnico em Educação Básica e Auxiliar de Serviços em Educação Básica para garantir a regularidade do funcionamento desse nível de ensino.
A resolução nº 1.905, também prevê que no caso de retorno do professor titular, o educador designado poderá continuar na escola até o final do ano letivo de 2011 para a realização de atividades como reforço dos alunos nas disciplinas cursadas.
Continuidade das designações
Minas Gerais conta com 2.141 escolas estaduais que oferecem o ensino médio. Para as escolas que ofertam esse nível de ensino e que não conseguiram completar o seu quadro de professores designados para o 3º ano, a SEE mantém a autorização para o preenchimento das vagas. A expectativa da Secretaria é de que até o início da próxima semana, a situação nas escolas atingidas pela paralisação seja regularizada.
Fonte: O Norte de Minas
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Estado admite aula em janeiro
Greve.Com 40 dias letivos comprometidos, alternativa, disse secretária, é prolongar reposição até 2012
Adesão à greve aumentou com mais 12 escolas afetadas pelo movimentoFOTO: LEO FONTES
Empenho. Com experiência apenas no ensino fundamental, Clariza começou ontem a dar aula para o 3° ano na escola Maurício Murgel
A Secretaria de Estado de Educação (SEE) admitiu ontem que a greve dos professores, iniciada no último dia 8 de junho, irá estender o ano letivo pelo menos até o dia 13 de janeiro de 2012. Em encontro com deputados estaduais, a secretária de Estado de Educação, Ana Lúcia Gazzola, afirmou que, devido à perda de 40 dias letivos (até ontem), será inevitável utilizar o mês de janeiro para fazer a reposição das aulas.
Em entrevista a O TEMPO, Ana Lúcia disse que a medida é uma alternativa para que os 336 mil alunos afetados pelo movimento não tenham o ano comprometido. "Não vamos deixar que os estudantes percam o ano letivo", garantiu a secretária.
Balanço divulgado ontem à noite pela SEE indicava que a adesão à paralisação aumentou com mais 12 instituições afetadas pela greve. Dos 3.777 colégios do Estado, 78 estão totalmente parados e 690, parcialmente prejudicados pelo movimento, segundo o órgão.
O governo autorizou que as escolas façam a designação de 2.502 profissionais. Com isso, o Estado espera agilizar o preenchimento das vagas dos grevistas. A assessoria da SEE informou que só terá um balanço das contratações na próxima semana. Levantamento divulgado na última sexta-feira pelo órgão indicava que apenas 356 professores haviam ocupado as vagas disponíveis. A medida visa atender aos alunos do 3º ano do ensino médio, que se preparam para o vestibular e irão fazer o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em outubro.
Ontem, algumas escolas retomaram às aulas com a chegada de profissionais substitutos. Na Maurício Murgel, no bairro Nova Suíça, região Oeste de Belo Horizonte, 11 professores foram designados para atuar nas sete turmas do 3º ano. "Vamos repor as aulas em todos os dias possíveis para amenizar a perda de conteúdo", afirmou a diretora Sônia Marinho.
Uma das contratadas foi a professora de português Clariza Eduardo de Souza, 34. Formada em letras, a experiência dela, até então, era com o ensino fundamental. "Já cheguei passando várias atividades. Não podemos perder tempo", disse.
Para a vaga de professor de sociologia, a escola não tinha candidatos até ontem. As demais disciplinas foram preenchidas. Segundo a diretora, como 70% dos 150 profissionais da unidade aderiram à greve, os alunos do 1º e 2º ano permaneciam sem aulas.
Fonte: O Tempo
Em entrevista a O TEMPO, Ana Lúcia disse que a medida é uma alternativa para que os 336 mil alunos afetados pelo movimento não tenham o ano comprometido. "Não vamos deixar que os estudantes percam o ano letivo", garantiu a secretária.
Balanço divulgado ontem à noite pela SEE indicava que a adesão à paralisação aumentou com mais 12 instituições afetadas pela greve. Dos 3.777 colégios do Estado, 78 estão totalmente parados e 690, parcialmente prejudicados pelo movimento, segundo o órgão.
O governo autorizou que as escolas façam a designação de 2.502 profissionais. Com isso, o Estado espera agilizar o preenchimento das vagas dos grevistas. A assessoria da SEE informou que só terá um balanço das contratações na próxima semana. Levantamento divulgado na última sexta-feira pelo órgão indicava que apenas 356 professores haviam ocupado as vagas disponíveis. A medida visa atender aos alunos do 3º ano do ensino médio, que se preparam para o vestibular e irão fazer o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em outubro.
Ontem, algumas escolas retomaram às aulas com a chegada de profissionais substitutos. Na Maurício Murgel, no bairro Nova Suíça, região Oeste de Belo Horizonte, 11 professores foram designados para atuar nas sete turmas do 3º ano. "Vamos repor as aulas em todos os dias possíveis para amenizar a perda de conteúdo", afirmou a diretora Sônia Marinho.
Uma das contratadas foi a professora de português Clariza Eduardo de Souza, 34. Formada em letras, a experiência dela, até então, era com o ensino fundamental. "Já cheguei passando várias atividades. Não podemos perder tempo", disse.
Para a vaga de professor de sociologia, a escola não tinha candidatos até ontem. As demais disciplinas foram preenchidas. Segundo a diretora, como 70% dos 150 profissionais da unidade aderiram à greve, os alunos do 1º e 2º ano permaneciam sem aulas.
Fonte: O Tempo
Sindicatos em movimentos sociais de Minas fazem manifestação na Praça Sete
Ato reúne centenas de pessoas no Centro de Belo Horizonte
Fernanda Penna Borges
Cecilia Kruel - Estado de Minas
Publicação: 18/08/2011 12:39 Atualização: 18/08/2011 13:57
Professores da rede estadual de ensino, sindicatos e movimentos sociais promovem uma manifestação no início da tarde desta quinta-feira na Praça Sete, no Centro de Belo Horizonte. Participam do ato o Sindicato Nacional dos Professores Docentes Universitários (ANDES-SN), Movimento Sem Terra (MST), Movimento dos Trabalhadores sem Teto (MTSTC), Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Rede Pública Municipal de Belo Horizonte (Sind-Rede), além de outras entidades estudantis e de trabalhadores.
O Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG) afirma que o objetivo é passar para a sociedade as reivindicações dos trabalhadores. “A proposta é dialogar com as pessoas que transitam pelo local, mostrando a elas que Minas Gerais não paga o Piso Federal', afirma nota divulgada pelo sindicato.
Em greve desde o dia 8 de junho, os professores pedem o cumprimento da Lei Federal 11.738, que institui o piso salarial profissional nacional (vencimento básico) de R$ 1.597,87, para 24 horas semanais, nível médio de escolaridade. Segundo o Sind-UTE, o piso salarial da categoria em Minas é de R$ 369. O governo do estado instituiu em janeiro deste ano o pagamento dos servidores por subsídio (Lei Estadual nº 18.975/2010), feito em parcela única e que incorpora todas as gratificações e vantagens.
O governo já começou a contratação dos 3 mil professores temporários, anunciada em 8 de agosto. Segundo a Secretaria de Estado de Educação (SEE), 2.502 vagas já foram preenchidas. Segundo a secretaria, os professores contratados atenderão especificamente o último ano do Ensino Médio para não prejudicar os resultados dos alunos nos vestibulares e no Nacional do Ensino Médio (Enem).
Metalúrgicos
O Sindicato dos Metalúrgicos de Minas Gerais lançou nesta quinta-feira a campanha salarial 2011 com ato público realizado no final da manhã, em frente à sede da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg), no Centro da capital. Com o slogan “Se o Brasil cresceu, eu quero o meu”, os sindicatos pretendem expor a disparidade entre as boas notícias sobre crescimento econômico e as más condições de trabalho e renda com as quais sofre o operariado industrial.
Os metalúrgicos reivindicam 20% de aumento dos salários, liberdade para eleição de delegados sindicais nas fábricas, redução da jornada de trabalho para de 40 h para 36 h, sem redução de salários e direitos e sem banco de horas e ainda a melhoria das condições de saúde e segurança nas linhas de produção.
Segundo Giba Gomes, dirigente da Federação Sindical e Democrática dos Metalúrgicos de Minas Gerais (FSDTM), a mobilização se faz necessária em razão dos baixos salários e, principalmente, da política do Governo Federal de aumentar os juros bancários, como forma de amortecimento da inflação. De acordo com Giba, essa medida gera a deterioração do orçamento das famílias, que aumentam o seu endividamento e, consequentemente, perdem em qualidade de vida.
Em seguida, os metalúrgicos caminharam até a Praça Sete, no Centro da capital, onde se uniram à campanha "Jornada Nacional de Lutas" junto com professores, estudantes, funcionários públicos e moradores de ocupações urbanas.
Fonte: Estado de Minas
Fernanda Penna Borges
Cecilia Kruel - Estado de Minas
Publicação: 18/08/2011 12:39 Atualização: 18/08/2011 13:57
| O Sindicato dos Metalúrgicos de Minas Gerais lançou a campanha salarial 2011 com ato públicoem frente à sede da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg) |
Professores da rede estadual de ensino, sindicatos e movimentos sociais promovem uma manifestação no início da tarde desta quinta-feira na Praça Sete, no Centro de Belo Horizonte. Participam do ato o Sindicato Nacional dos Professores Docentes Universitários (ANDES-SN), Movimento Sem Terra (MST), Movimento dos Trabalhadores sem Teto (MTSTC), Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Rede Pública Municipal de Belo Horizonte (Sind-Rede), além de outras entidades estudantis e de trabalhadores.
O Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG) afirma que o objetivo é passar para a sociedade as reivindicações dos trabalhadores. “A proposta é dialogar com as pessoas que transitam pelo local, mostrando a elas que Minas Gerais não paga o Piso Federal', afirma nota divulgada pelo sindicato.
Em greve desde o dia 8 de junho, os professores pedem o cumprimento da Lei Federal 11.738, que institui o piso salarial profissional nacional (vencimento básico) de R$ 1.597,87, para 24 horas semanais, nível médio de escolaridade. Segundo o Sind-UTE, o piso salarial da categoria em Minas é de R$ 369. O governo do estado instituiu em janeiro deste ano o pagamento dos servidores por subsídio (Lei Estadual nº 18.975/2010), feito em parcela única e que incorpora todas as gratificações e vantagens.
O governo já começou a contratação dos 3 mil professores temporários, anunciada em 8 de agosto. Segundo a Secretaria de Estado de Educação (SEE), 2.502 vagas já foram preenchidas. Segundo a secretaria, os professores contratados atenderão especificamente o último ano do Ensino Médio para não prejudicar os resultados dos alunos nos vestibulares e no Nacional do Ensino Médio (Enem).
Metalúrgicos
O Sindicato dos Metalúrgicos de Minas Gerais lançou nesta quinta-feira a campanha salarial 2011 com ato público realizado no final da manhã, em frente à sede da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg), no Centro da capital. Com o slogan “Se o Brasil cresceu, eu quero o meu”, os sindicatos pretendem expor a disparidade entre as boas notícias sobre crescimento econômico e as más condições de trabalho e renda com as quais sofre o operariado industrial.
Os metalúrgicos reivindicam 20% de aumento dos salários, liberdade para eleição de delegados sindicais nas fábricas, redução da jornada de trabalho para de 40 h para 36 h, sem redução de salários e direitos e sem banco de horas e ainda a melhoria das condições de saúde e segurança nas linhas de produção.
Segundo Giba Gomes, dirigente da Federação Sindical e Democrática dos Metalúrgicos de Minas Gerais (FSDTM), a mobilização se faz necessária em razão dos baixos salários e, principalmente, da política do Governo Federal de aumentar os juros bancários, como forma de amortecimento da inflação. De acordo com Giba, essa medida gera a deterioração do orçamento das famílias, que aumentam o seu endividamento e, consequentemente, perdem em qualidade de vida.
Em seguida, os metalúrgicos caminharam até a Praça Sete, no Centro da capital, onde se uniram à campanha "Jornada Nacional de Lutas" junto com professores, estudantes, funcionários públicos e moradores de ocupações urbanas.
Fonte: Estado de Minas
Trabalhadores da educação e metalúrgicos protestam em BH
Movimento marcou o início da campanha salarial dos metalúrgicos.
Professores estaduais estão em greve há dois meses.
Do G1 MG
Participam do protesto trabalhadores da educação e integrantes do movimento estudantil, segundo o Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTe), além de metalúrgicos.
De acordo com o dirigente da Federação dos Metalúrgicos, Geraldo ‘Batata’, os sindicatos metalúrgicos em mais de 10 municípios de Minas estão lançando a campanha salarial unificada de 2011. Os trabalhadores reivindicam 20% de aumento dos salários, redução da jornada de trabalho para 36 horas sem redução do salário e sem banco de horas e melhora nas conduções de saúde e segurança, entre outros.
Os professores estaduais já estão em greve há mais de dois meses. Na terça-feira (16), a categoria fez um protesto no centro de Belo Horizonte. Eles pedem um piso salarial de R$ 1.597,87 para jornada de 24 horas e Ensino Médio de escolaridade. O valor defendido pelo Sind-UTE/MG segue cálculo feito pela Confederação Nacional dos Trabalhadores de Educação, com a correção do valor determinado como vencimento básico pelo Ministério da Educação (MEC).
O governo propõe para os profissionais com nível médio de escolaridade um salário de R$ 1.122 em parcela única. O valor é referente a uma carga horária de 24 horas semanais e, de acordo com a Secretaria de Estado de Educação, é proporcional à tava de vencimento básico definida pelo MEC. O órgão fixou o piso salarial nacional em R$ 1.187,97 para jornada de 40 horas semanais.
No dia 6 de abril, o Supremo Tribunal Federal (STF) manteve a lei que criou o piso nacional de salário do professor, fixado em R$ 1.187,97 para este ano. A decisão considerou como piso a remuneração básica, sem acréscimos pagos de forma diversa pelos estados.
Fonte: G1
Dando voz a um professor grevista: Um desabafo!!
Susbtitutos dos grevistas não!!!! Canalhas!!!
Como se já não bastasse termos um governador fora da lei que não respeita o direito constitucional de greve, não respeita a lei federal do piso salarial, agora corremos o risco de sermos atacados por elementos da nossa própria categoria de professores, os ditos substitutos dos grevistas! Se eles acham que estão apenas buscando um emprego, que seja provisório, estão muito enganados!!! Pois eu quero ver se que aqueles (já que tenho dois cargos) que vão querer me substituir terão a coragem de entrar na escola de cabeça erguida e encarar os alunos e os professores depois de estarem conscientes da dimensão dos seu simples ato de querer pegar umas “aulinhas”, neste momento tão delicado. Haja vista que se os companheiros, verdadeiros guerreiros, a mais de dois meses em greve, com seus pagamentos cortados, passando por situação financeira difícil, se enchendo de dívidas, ainda persistem em manter o movimento vivo, é porque tem consciência política, compromisso com a educação e estão lutando, por nada menos que o cumprimento de direitos que estão escritos em lei, para que possam ter o mínimo de dignidade na sua vida profissional.
Ser um professor substituto de grevista não é ser professor, é ser canalha!! É ser alguém com falta de caráter, é ser desleal, é descer ao nível mais baixo da imoralidade, rasgar o diploma, esquecer todas as aulas de ética e cidadania, é não ter conhecimento político, nem histórico, é ter descompromisso com a categoria, tornar a profissão de professor em um “bico”, ao se transformar em um oportunista que vê este momento tão cruel como uma chance de ganhar um dinheiro fácil oferecendo um serviço inferior, sem ter compromisso com os alunos e com a sociedade. É se tornar um abutre miserável, faminto e carniceiro que quer ser o primeiro a chegar e então poder comer o olho de um animal que ainda não morreu. Como pode alguém, que se diz professor, ter a falta de vergonha na cara, e agir como um morto de fome e trair toda uma categoria, a categoria a que ele pertence? Como pode alguém ajudar a destruir o seu próprio futuro, sua carreira docente??? Bem, isso seria na verdade apenas o início sórdido de uma carreira INDESCENTE!!!!
DESABAFO DE UM PROFEESSOR DE BIOLOGIA DA REDE ESTADUAL DE MINAS GERAIS
NILSON S. REIS
12/08/2011, 20:00 horas
Texto recebido via email.
O direito de resposta está garantido, caso haja algum professor substituto de grevista com interesse em apresentar seus argumentos, estarei no aguardo do contato.
O direito de resposta está garantido, caso haja algum professor substituto de grevista com interesse em apresentar seus argumentos, estarei no aguardo do contato.
Greve dos professores municipais tem adesão de 92% da classe - Juiz de Fora
De acordo com o Sindicato dos Professores (Sinpro), a participação da categoria foi de 92%. Cerca de 49 mil alunos estão sem aulas.
De acordo com o Sindicato dos Professores (Sinpro), a participação da categoria foi de 92%. Cerca de 49 mil alunos estão sem aulas.
Começou na última terça-feira (16) a greve dos professores da rede municipal de ensino. De acordo com o Sindicato dos Professores (Sinpro), a participação da categoria foi de 92%. Os sindicalistas buscam a adesão à Lei do Piso Nacional na cidade, que estabelece R$ 1.597,87 de salário, e um terço do horário de trabalho destinado à atividades extra-classe.
De acordo com a prefeitura de Juiz de Fora, o valor total do piso corresponde a uma jornada de trabalho de 40 horas, sendo necessária uma redução para atender o que acontece atualmente na cidade. A categoria discorda e afirma que o salário é o mesmo, independente das especificações locais.
Na próxima quinta-feira (18), uma assembleia acontece na escadaria da Câmara Municipal, às 14h, aproveitando a realização da audiência pública sobre o piso salarial nacional dos professores, marcada para as 15h.
Cerca de 49 mil alunos estão sem aulas.
Fonte: ECaderno.com
Estudantes protestam e pedem melhorias na educação na rede estadual - Belo Horizonte
PRISCILA COLEN/MÁBILA SOARES
Dezenas de estudantes da rede estadual de Minas Gerais participaram de uma manifestação nesta quarta-feira (17), na Praça Sete, no centro de Belo Horizonte, em apoio aos educadores. O protesto ocorreu em apoio à greve dos professores. Além disso, os alunos pedem melhorias na educação estadual.
De acordo com a BHTrans, o trânsito não chegou a sofrer alterações na região central, uma vez que a adesão ao protesto foi menor do que era esperado. Os professores da rede estadual, que estão há 69 dias em greve, pedem a adoção do piso salarial nacional de R$ 1.597 para uma jornada de 24 horas semanais. O governo afirma que, com a criação do regime de subsídio, em janeiro, o menor salário pago em Minas é de R$ 1.122 para jornada de 24 horas semanais.
Na terça-feira (16), uma reunião entre representantes da Secretaria de Estado de Educação (SEE) de Minas e do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação (Sind-UTE), para negociar o fim da greve, terminou sem acordo. Professores fizeram uma nova assembleia e decidiram permanecer de braços cruzados. Estudantes podem perder o ano letivo, já que para repor as aulas perdidas teriam que estudar todos os feriados, sábados e, inclusive, domingos do restante de 2011.
Uma nova reunião entre representantes dos professores e do governo deve ocorrer na próxima quarta-feira, dia 24 de agosto.
Fonte: O Tempo
De acordo com a BHTrans, o trânsito não chegou a sofrer alterações na região central, uma vez que a adesão ao protesto foi menor do que era esperado. Os professores da rede estadual, que estão há 69 dias em greve, pedem a adoção do piso salarial nacional de R$ 1.597 para uma jornada de 24 horas semanais. O governo afirma que, com a criação do regime de subsídio, em janeiro, o menor salário pago em Minas é de R$ 1.122 para jornada de 24 horas semanais.
Na terça-feira (16), uma reunião entre representantes da Secretaria de Estado de Educação (SEE) de Minas e do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação (Sind-UTE), para negociar o fim da greve, terminou sem acordo. Professores fizeram uma nova assembleia e decidiram permanecer de braços cruzados. Estudantes podem perder o ano letivo, já que para repor as aulas perdidas teriam que estudar todos os feriados, sábados e, inclusive, domingos do restante de 2011.
Uma nova reunião entre representantes dos professores e do governo deve ocorrer na próxima quarta-feira, dia 24 de agosto.
Fonte: O Tempo
Deputados pedem ao Governo de Minas que negocie com professores em greve
Os deputados petistas da oposição ao governo de Minas, Rogério Correia e Paulo Lamac, juntamente com os da situação, Sebastião Costa (PPS) e Bosco (PT do B) se reuniram com a Secretária de Estado da Educação, Ana Lúcia Gazzola, nesta quarta-feira (17), na Cidade Administrativa, em Belo Horizonte. A comissão de deputados pediu a flexibilidade do governo para a abertura de uma negociação definitiva com os professores, em greve há mais de dois meses.
Se a greve terminasse nesta quarta, a reposição dos 40 dias letivos só seria concluída na metade do mês de janeiro. “Estamos disponíveis para conversar com o governador; é preciso que o governo pondere a sua decisão, pois os professores já demonstraram flexibilização para negociar”, disse Rogério Correia.
Nesta quinta-feira (18), às 19h, no Ministério Público Estadual, está marcada uma reunião dos parlamentares da oposição com o Procurador-Geral de Justiça, Dr. Alceu Marques, com a finalidade de buscar apoio para o fim do impasse da greve.
Fonte: O Tempo
Se a greve terminasse nesta quarta, a reposição dos 40 dias letivos só seria concluída na metade do mês de janeiro. “Estamos disponíveis para conversar com o governador; é preciso que o governo pondere a sua decisão, pois os professores já demonstraram flexibilização para negociar”, disse Rogério Correia.
Nesta quinta-feira (18), às 19h, no Ministério Público Estadual, está marcada uma reunião dos parlamentares da oposição com o Procurador-Geral de Justiça, Dr. Alceu Marques, com a finalidade de buscar apoio para o fim do impasse da greve.
Fonte: O Tempo
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Trabalhadores em educação da rede estadual permanecem em greve
Cerca de 7 mil trabalhadores em educação definiram, em Assembleia Estadual, realizada nesta tarde (16/08) pelo Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação (Sind-UTE/MG), no pátio da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), permanecer em greve por tempo indeterminado. Após a Assembleia, os manifestantes saíram em passeata em direção ao cruzamento das Avenidas do Contorno com Amazonas.
A direção do Sind-UTE/MG apresentou à categoria a posição do Governo de Minas, repassada durante reunião ocorrida pela manhã, no Ministério Público Estadual (MPE) - manteve proposta de subsídio e se nega a discutir a política de vencimento básico. Também não apresentou proposta do Piso Salarial no vencimento básico. As informações foram repassadas pelas secretárias de Estado de Educação, Ana Lúcia Gazolla e a de Planejamento e Gestão, Renata Vilhena. Elas também apresentaram o número de profissionais que retornaram à remuneração anterior – 153 mil pessoas. Conforme avaliação do Sind-UTE/MG, a maioria da categoria que teve o direito de opção saiu do subsídio.
Participaram da reunião, que aconteceu na sede do MPE, à Avenida Álvares Cabral, 1.690, Santo Agostinho, a comissão de negociação da categoria, o procurador-geral da justiça do MPE, Dr. Alceu José Torres Marques e a coordenadora da Promotoria Estadual de Defesa da Educação do MPE, Maria Elmira Dick.
Na oportunidade, a coordenadora-geral do Sind-UTE/MG, Beatriz Cerqueira informou que a categoria se dispõe a discutir o valor do Piso Salarial Profissional Nacional (PSPN), estipulado pelo Ministério da Educação (MEC) – R$1.187,00. “Esta é uma prova de que estamos abertos à negociação. A categoria não está intransigente, estamos dispostos, portanto, a discutir o valor Piso Nacional, conforme cálculo do MEC.”
Por sua vez, o procurador-geral Dr. Alceu José Torres Marques se prontificou a buscar o diálogo junto ao Governo Estadual para discutir a questão, na tentativa de chegar a um consenso, buscar uma saída. A ideia é apresentar a resposta à categoria em reunião que ainda será agendada.
Nova Assembleia Estadual está marcada para a próxima quinta-feira (24/8), às 14h, no pátio da ALMG. A data também será marcada por um Dia Estadual de Mobilização com os Movimentos Sociais, já que diversas entidades estão apoiando o movimento do Sind-UTE/MG: ABEF, Ames BH, Ascobom, Ascom/Ipsemg, Aspra, Assembleia Popular, Astra, Astromig, Bloco Minas sem Censura, Brigadas Populares, CACS, CNTE, CNTI MG, CRB, CSP Conlutas, CTB Minas, CUT Minas, DARC PUC/ANECS, FNU (Federação Nacional dos Urbanitários), Grêmio Estudantil dos Estadual Central, Levante Popular da Juventude, Movimento dos atingidos por barragens (MAB), Marcha Mundial de Mulheres, Movimento dos Trabalhadores Desempregados, Movimento Luta de Classes, Movimetno Pró-Metrô, MST, MTA, PC do B, PRC, Portal Minas Livre, PSOL, PT, Senge MG, Sinarq, Sindicato dos Bancários, Sindicato dos Jornalistas, Sindicato dos Metalúrgicos de Betim, Sindicato dos Metalúrgicos de BH/Contagem, Sindicato dos Psicólogos, Sindicato dos Rodoviários, Sindicato dos Securitários, Sindados, Sindágua, Sindfisco, Sindgasmig, Sindibel, Sindieletro, Sindimetro, Sindipetro, sindmassas, Sindpol, Sindrede, Sind-Saúde, Simpro Minas, Sintest, Sinttel MG, Sitraemg, UJR, UJS, União Estadual dos Estudantes (UEE).
Calendário
18/8 - Jornada de luta, com ato público na Praça 7, às 12h;
18/8 - Fórum Técnico de Segurança nas Escolas, que acontecerá em Varginha;
22/8 - Fórum Técnico de Segurança nas Escolas, em Contagem;
23/8 - haverá panfletagem às 8h, na BR 381, altura da ponte provisória;
24/8 - reunião do comando geral de geral, às 9h (em local a ser ainda definido);
24/8 - Assembleia Estadual, às 12h, no pátio da ALMG, em Belo Horizonte
18/8 - Fórum Técnico de Segurança nas Escolas, que acontecerá em Varginha;
22/8 - Fórum Técnico de Segurança nas Escolas, em Contagem;
23/8 - haverá panfletagem às 8h, na BR 381, altura da ponte provisória;
24/8 - reunião do comando geral de geral, às 9h (em local a ser ainda definido);
24/8 - Assembleia Estadual, às 12h, no pátio da ALMG, em Belo Horizonte
Reivindicação
O objetivo dos trabalhadores/as em educação, em greve desde o dia 8 de junho, é o imediato cumprimento do Piso Salarial Profissional Nacional (PSPN), de acordo com a lei federal 11.738, que regulamenta o Piso Salarial, para uma jornada de 24 horas e ensino médio completo. Minas Gerais paga hoje o Piso de R$ 369,00 que, de acordo com pesquisa da CNTE, é considerado o pior Piso Salarial dos 27 estados brasileiros.
Fonte: Sindute MG
Sind-UTE quer nova decisão judicial sobre contratação de temporários
Das 3 mil vagas anunciadas para contração de professores para o 3º ano do Ensino Médio em Mias, 2.502 já foram preenchidas, segundo a Secretaria de Estado de Educação (SEE)
Cristiane Silva
Publicação: 17/08/2011 16:17 Atualização: 17/08/2011 16:57
O Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação (Sind-UTE) informou nesta quarta-feira que pretende recorrer de decisão judicial que derrubou mandado de segurança para impedir a contratação de professores substitutos pelo estado. Conforme a assessoria de imprensa do sindicato, o mandado de segurança foi encaminhado ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) no dia 9 de agosto, quando a Secretaria de Estado de Educação (SEE) anunciou a abertura de 3 mil vagas nas escolas estaduais. Na terça-feira, a Justiça indeferiu o pedido.
83% das vagas já foram preenchidas
Das 3 mil vagas anunciadas para contração de professores para o 3º ano do Ensino Médio em Mias, 2.502 já foram preenchidas, segundo a Secretaria de Estado de Educação (SEE). O total representa 83% do efetivo necessário para garantir a continuidade das aulas para os estudantes que estão longe da escola há quase 70 dias. O anúncio das contratações foi feito pela SEE no dia 8 de agosto quando foi publicada no Diário Oficial a resolução número 1.905. Segundo a secretaria, os professores contratados atenderão especificamente o último ano do Ensino Médio para não prejudicar os resultados dos alunos nos vestibulares e no Nacional do Ensino Médio (Enem).
Segundo a assessoria de imprensa da secretaria, a decisão quer garantir o repasse do conteúdo referente ao 1º semestre de 2001. Caso o professor titular desista da greve e retome os trabalhos, o profissional substituto poderá continuar designado, a critério da direção da escola, atuando na reposição das aulas e reforço, cujo calendário deverá ser montado pelas escolas.
Na terça-feira, mais uma rodada de negociações entre professores estaduais e o Governo de Minas terminou sem acordo. Em greve desde o dia 8 de junho, os professores pedem o cumprimento da Lei Federal 11.738, que institui o piso salarial profissional nacional (vencimento básico) de R$ 1.597,87, para 24 horas semanais, nível médio de escolaridade. Segundo o Sind-UTE, o piso salarial da categoria em Minas é de R$ 369. O governo do estado instituiu em janeiro deste ano o pagamento dos servidores por subsídio (Lei Estadual nº 18.975/2010), feito em parcela única e que incorpora todas as gratificações e vantagens.
Fonte: Estado de Minas
Cristiane Silva
Publicação: 17/08/2011 16:17 Atualização: 17/08/2011 16:57
O Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação (Sind-UTE) informou nesta quarta-feira que pretende recorrer de decisão judicial que derrubou mandado de segurança para impedir a contratação de professores substitutos pelo estado. Conforme a assessoria de imprensa do sindicato, o mandado de segurança foi encaminhado ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) no dia 9 de agosto, quando a Secretaria de Estado de Educação (SEE) anunciou a abertura de 3 mil vagas nas escolas estaduais. Na terça-feira, a Justiça indeferiu o pedido.
83% das vagas já foram preenchidas
Das 3 mil vagas anunciadas para contração de professores para o 3º ano do Ensino Médio em Mias, 2.502 já foram preenchidas, segundo a Secretaria de Estado de Educação (SEE). O total representa 83% do efetivo necessário para garantir a continuidade das aulas para os estudantes que estão longe da escola há quase 70 dias. O anúncio das contratações foi feito pela SEE no dia 8 de agosto quando foi publicada no Diário Oficial a resolução número 1.905. Segundo a secretaria, os professores contratados atenderão especificamente o último ano do Ensino Médio para não prejudicar os resultados dos alunos nos vestibulares e no Nacional do Ensino Médio (Enem).
Na terça-feira, mais uma rodada de negociações entre professores estaduais e o Governo de Minas terminou sem acordo. Em greve desde o dia 8 de junho, os professores pedem o cumprimento da Lei Federal 11.738, que institui o piso salarial profissional nacional (vencimento básico) de R$ 1.597,87, para 24 horas semanais, nível médio de escolaridade. Segundo o Sind-UTE, o piso salarial da categoria em Minas é de R$ 369. O governo do estado instituiu em janeiro deste ano o pagamento dos servidores por subsídio (Lei Estadual nº 18.975/2010), feito em parcela única e que incorpora todas as gratificações e vantagens.
Fonte: Estado de Minas
Professores aguardam resultado de reunião em meio a protesto no MPE
Representantes da categoria estão reunidos com secretárias de Educação e Planejamento desde as 10h desta terça-feira
Cristiane Silva
Guilherme Gouveia -
Publicação: 16/08/2011 12:30 Atualização: 16/08/2011 12:46
Um grupo de professores da rede estadual de ensino participa de uma manifestação na porta do Ministério Público Estadual (MPE), na Avenida Álvares Cabral. Eles aguardam o resultado da reunião entre o Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação (Sind-UTE) e representantes do governo. Os profissionais protestam com faixas, carro de som e até uma banda, reforçando os pedidos da categoria, em greve desde 8 de junho.
A reunião acontece a portas fechadas com a participação das secretárias de Estado de Educação, Ana Lúcia Gazolla, e de Planejamento e Gestão, Renata Vilhena, em mais uma rodada de negociações. A categoria reivindica piso salarial de R$ 1.597,87 para servidores de nível médio que trabalham 24 horas por semana. O governo alega que o modelo de remuneração única, implantado em janeiro deste ano, assegurou ganhos reais para os profissionais da educação e que o piso salarial da categoria em Minas é maior que o piso salarial profissional dos professores. Ainda nesta tarde haverá uma assembleia no pátio da Assembleia Legislativa (ALMG) para decidir os rumos do movimento.
Fonte: Estado de Minas
Cristiane Silva
Guilherme Gouveia -
Publicação: 16/08/2011 12:30 Atualização: 16/08/2011 12:46
Um grupo de professores da rede estadual de ensino participa de uma manifestação na porta do Ministério Público Estadual (MPE), na Avenida Álvares Cabral. Eles aguardam o resultado da reunião entre o Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação (Sind-UTE) e representantes do governo. Os profissionais protestam com faixas, carro de som e até uma banda, reforçando os pedidos da categoria, em greve desde 8 de junho.
Fonte: Estado de Minas
Professores estaduais decidem manter greve em Minas
Cristiane Silva
Guilherme Gouveia -
Publicação: 16/08/2011 17:13 Atualização: 16/08/2011 17:35
| Os professores saíram em passeata por BH após a reunião |
Fonte: Estado De Minas
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Professores estaduais em greve a partir de hoje - Pernambuco.
Os trabalhadores em educação da Rede Estadual de Pernambuco vão paralisar suas atividades por 24 horas nesta terça-feira (16). Os docentes aproveitarão para realizar uma passeata. A concentração está marcada para 13h, em frente à Assembleia Legislativa (Alepe). A mobilização e a paralisação acontecem a fim de chamar atenção para o cumprimento da lei que estabelece um piso salarial para a categoria. A ação é promovida pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE).
Segundo as informações do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco (Sintepe), que participa da mobilização, a suspensão das atividades é pelo pagamento do Piso Salarial do Magistério de R$ 1.597,87, conforme a Lei 11.738. A categoria exige o cumprimento integral da lei que prevê 1/3 da jornada de trabalho para aula atividade e em defesa da destinação de 10% do PIB para a educação.
Em Pernambuco, o movimento ainda tem como foco a nomeação dos concursados, melhorias salariais e eleição para diretor da escolas.
Na última paralisação articulada pela CNTE, em 11 de maio passado, cerca de 30 mil trabalhadores cruzaram os braços em Pernambuco.
Fonte: Diário de Pernambuco
Segundo as informações do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco (Sintepe), que participa da mobilização, a suspensão das atividades é pelo pagamento do Piso Salarial do Magistério de R$ 1.597,87, conforme a Lei 11.738. A categoria exige o cumprimento integral da lei que prevê 1/3 da jornada de trabalho para aula atividade e em defesa da destinação de 10% do PIB para a educação.
Em Pernambuco, o movimento ainda tem como foco a nomeação dos concursados, melhorias salariais e eleição para diretor da escolas.
Na última paralisação articulada pela CNTE, em 11 de maio passado, cerca de 30 mil trabalhadores cruzaram os braços em Pernambuco.
Fonte: Diário de Pernambuco
Professores fazem greve nacional por cumprimento da Lei do Piso
Professores de escolas públicas de todo o país param as atividades nesta terça-feira (16) para pedir o cumprimento da lei que estabelece um piso salarial para a categoria. A paralisação foi convocada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e pelo menos em 11 estados os sindicatos locais prepararam assembleias e outras atividades de mobilização.
A Lei do Piso foi sancionada em 2008 e determinou que nenhum professor da rede pública com formação de nível médio e carga horária de 40 horas semanais pode ganhar menos do que R$ 950. O valor do piso corrigido para 2011 é R$ 1.187. Naquele mesmo ano, cinco governadores entraram com ação no Supremo Tribunal Federal (STF) questionando a constitucionalidade da legislação e só este ano a Corte decidiu pela legalidade do dispositivo. Desde então, professores de pelo menos oito estados entraram em greve no primeiro semestre de 2011 reivindicando a aplicação da lei.
“É uma teimosia e um descaso dos gestores em cumprir essa lei, o que caracteriza falta de respeito com o educador. Prefeitos e governadores estão ensinando a população a desrespeitar a lei quando não cumprem ou buscam subterfúgios para não cumprir”, defende o presidente da CNTE, Roberto Leão.
Um dos pontos da lei que foi questionado pelos gestores é o entendimento de piso como remuneração inicial. O STF confirmou, durante o julgamento, que o piso deve ser interpretado como vencimento básico: as gratificações e outros extras não poderiam ser incorporados à conta como costumam fazer algumas secretarias de Educação. “Isso [incorporação de gratificações] descaracteriza o piso e a carreira. Como a lei determina um piso para professores de nível médio, em alguns estados a diferença do piso do profissional de nível médio para o de nível superior é apenas R$ 30. Desse jeito, a carreira não atrai mais os jovens para o magistério porque ele não tem perspectiva”, diz Leão.
As prefeituras alegam que faltam recursos para pagar o que determina a lei. Levantamento feito pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) com 1.641 prefeituras mostra que, considerando o piso como vencimento inicial, a média salarial paga a professores de nível médio variou, em 2010, entre R$ 587 e R$ 1.011,39. No caso dos docentes com formação superior, os valores variaram entre R$ 731,84 e R$ 1.299,59. “Eu nunca vi município ir à falência porque construiu biblioteca ou pagou bem a seus professores”, reclama o presidente da CNTE.
Agência Brasil
Fonte: Vermelho
Profissionais da rede municipal de ensino fazem paralisação - Uberlândia
Profissionais da rede municipal de Educação de Uberlândia fazem, nesta terça-feira (16), uma mobilização, no Centro Cultural do Sintrasp, para discutir a situação e as condições de trabalho da categoria. Segundo o Sindicato dos Professores Municipais de Uberlândia (SinPMU), cerca de 200 pessoas participam das atividades nesta manhã, que contam com palestras e debates. O objetivo é definir uma pauta de reivindicações.
De acordo com o SinPMU, a categoria aproveitou a paralisação nacional dos professores de escolas públicas, que acontece hoje em pelo menos 15 estados, para também levantar um debate dentro da esfera municipal e, por enquanto, a paralisação será de um dia. No entanto, na tarde de hoje, está prevista a realização de uma assembleia para definir os rumos do movimento.
Segundo a assessoria de imprensa da Prefeitura de Uberlândia, a paralisação afeta cinco escolas municipais de Educação Infantil (EMEIs) e 9 de ensino fundamental. A assessoria não informou, entretanto, quais escolas estão com as atividades paralisadas e nem o total de alunos que foram afetados.
Fonte: Correio de Uberlândia
De acordo com o SinPMU, a categoria aproveitou a paralisação nacional dos professores de escolas públicas, que acontece hoje em pelo menos 15 estados, para também levantar um debate dentro da esfera municipal e, por enquanto, a paralisação será de um dia. No entanto, na tarde de hoje, está prevista a realização de uma assembleia para definir os rumos do movimento.
Segundo a assessoria de imprensa da Prefeitura de Uberlândia, a paralisação afeta cinco escolas municipais de Educação Infantil (EMEIs) e 9 de ensino fundamental. A assessoria não informou, entretanto, quais escolas estão com as atividades paralisadas e nem o total de alunos que foram afetados.
Fonte: Correio de Uberlândia
Professores de redes públicas fazem paralisações pelo país, segundo CNTE
Protesto é por piso salarial e progressão na carreira, segundo confederação.
Educadores de ao menos 16 estados e 24 munícipios aderiram, diz CNTE.
Do G1, em São Paulo
Professores de ao menos 16 estados e 24 municípios fazem uma paralisação de um dia nesta terça-feira (16) para reivindicar piso salarial, desenvolvimento na carreira e aprovação do Plano Nacional da Educação (PNE), segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), que convocou o protesto.
Os estados com professores parados são Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Pernambuco, Paraná, Rio Grande do Norte, Rondônia e Sergipe, de acordo com o presidente da CNTE, Roberto Franklin de Leão. Outros estados ainda não informaram a confederação sobre a adesão ao movimento, segundo Leão.
O protesto ocorre para tentar forçar os governos a pagar o piso salarial nacional. O piso sugerido pelo Ministério da Educação é de R$ 1.187. A CNTE, no entanto, entende que o valor deveria ser de R$ 1.597.
“Os que dizem pagar o piso, pagam o piso que o MEC sugeriu. Além disso, tem problemas com a jornada de trabalho. Muitos deles não cumprem aquilo que está estabelecido na lei, de um terço da jornada ter de ser feita fora da sala. Além disso, as carreiras estão muito descaracterizadas. Os estados e municípios pagam o piso de nível médio e depois a diferença de quem tem magistério e universidade eles rebaixam. A diferença fica mínima”, afirmou Leão.
Fonte: G1
O protesto ocorre para tentar forçar os governos a pagar o piso salarial nacional. O piso sugerido pelo Ministério da Educação é de R$ 1.187. A CNTE, no entanto, entende que o valor deveria ser de R$ 1.597.
“Os que dizem pagar o piso, pagam o piso que o MEC sugeriu. Além disso, tem problemas com a jornada de trabalho. Muitos deles não cumprem aquilo que está estabelecido na lei, de um terço da jornada ter de ser feita fora da sala. Além disso, as carreiras estão muito descaracterizadas. Os estados e municípios pagam o piso de nível médio e depois a diferença de quem tem magistério e universidade eles rebaixam. A diferença fica mínima”, afirmou Leão.
Fonte: G1
Sind-UTE/MG promove Assembleia Estadual e participa de reunião com MPE e Governo do Estado
Corte de ponto e contratação de professores de forma irregular. Estas são só algumas das medidas desleais tomadas pelo Governo contra os trabalhadores/as em Educação. Mas a categoria, coordenada pelo Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação (Sind-UTE/MG) não recua e realiza nesta terça-feira (16.8), a partir das 15 horas, no pátio da ALMG, Assembleia Estadual da categoria. Às 13 horas, o Comando Geral de Greve se reúne no auditório do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Minas Gerais (CREA), à Av. Álvares Cabral, 1.600, Santo Agostinho.
No mesmo dia, pela manhã, às 10 horas, membros da Direção Estadual do Sind-UTE/MG vão se reunir com as secretarias de Estado de Educação, Ana Lúcia Gazolla e a de Planejamento e Gestão, Renata Vilhena e com integrantes do Ministério Público Estadual (MPE) para mais uma rodada de discussão. A reunião será promovida na sede do MPE, que fica na Avenida Álvares Cabral, 1690, bairro Santo Agostinho.
Reivindicação – O objetivo dos trabalhadores/as na reunião é reivindicar o imediato cumprimento do Piso Salarial Profissional Nacional (PSPN), de acordo com a lei federal 11.738, que regulamenta o Piso, que hoje é de R$ 1.597,87, para uma jornada de 24 horas e ensino médio completo. Minas Gerais paga hoje o Piso de R$ 369,00 que, de acordo com pesquisa da Confederação Nacional dos Trabalhadores (CNTE), é considerado o pior Piso Salarial dos 27 estados brasileiros.
A coordenadora geral do Sind-UTE/MG, Beatriz Cerqueira, informa que o Sind-UTE/MG discorda veementemente da contratação de professores/as substitutos para o 3º ano do Ensino Médio e denuncia que o Estado contratará pessoas sem formação para substituir a categoria em greve.
Fonte: Sindute MG
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Notícia - Moção de Apoio aos Professores do Estado em Greve
Servidores Tecnico-Administrativos da UFV aprovam Moção de Apoio aos Professores Estaduais em Greve
Os Técnico-Administrativos da UFV reunidos em Assembléia Geral no dia 08/08/2011, aprovou esse manifesto de apoio à greve dos Professores do Estado de Minas Gerais, por considerar a legitimidade da ação como único recurso de negociação das reivindicações.
Tal apoio é por identificamos com a pauta de negociação proposta uma vez que lutamos por um ensino de qualidade e melhores condições de trabalho nas Instituições de Ensino do País.
Consideramos ser essencial a valorização do profissional de ensino dando oportunidades de qualificação e vida digna com planejamentos adequados para a educação.
Neste sentido, por entendermos ser direito de todos os cidadãos brasileiros, esperamos que o Governo do Estado de Minas Gerais apresente à categoria proposta de educação pública de qualidade, com a valorização da docência e perspectiva de carreira aos Professores Estaduais, pois, PRECISAMOS VALORIZAR OS PROFESSORES SE QUEREMOS UMA EDUCAÇÃO DE QUALIDADE PARA NOSSOS FILHOS.
Autor: CLG
Data Publicação: 12/08/2011
Fonte: Associação dos Servidores Administrativos da UFU
Professores Substitutos não aparecem
SEE informa que 14 escolas registraram a volta de grevistas, mas sindicato nega
Publicado no Jornal OTEMPO em 11/08/2011
NATÁLIA OLIVEIRA
FOTO: CHARLES SILVA DUARTE
Vazia. Na Escola Estadual Maurício Murgel, onde estudam 1.200 alunos, adesão à greve é de 100%Mesmo com aval dado anteontem pelo governo do Estado para convocar substitutos aos professores grevistas, os diretores de escolas estão com dificuldades para encontrar profissionais para ocupar as vagas. Eles temem não cumprir o prazo dado pela Secretaria de Estado de Educação (SEE) para que as aulas sejam retomadas a partir da próxima segunda-feira.
O órgão informou que das 683 escolas parcialmente afetadas pela greve, apenas 14 registraram retorno de profissionais. O índice de paralisação total passou de 85 para 83 escolas, de acordo com a SEE. O Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação (Sind-UTE) contestou. De acordo com a entidade, metade das 3.777 escolas está parada. A greve dos professores na rede estadual começou no dia 8 de junho.
Ontem a reportagem de O TEMPO percorreu quatro escolas da capital e constatou que em nenhuma delas apareceram profissionais interessados nas vagas. As substituições valem apenas para professores de turmas do 3º ano, que se preparam o Exame Nacional de Ensino Médio (Enem), em outubro, e para os vestibulares.
Na Escola Estadual Maurício Murgel, na avenida Amazonas, na região Oeste da capital, onde todos os 150 professores aderiram à greve, 17 são do ensino médio. A vice-diretora Márcia Cristina Pereira ficou à espera do retorno dos profissionais. Pela manhã, ela se reuniu com sete deles, mas não recebeu a confirmação de desistência do movimento. Mil e duzentos alunos estão sem aula na Maurício Murgel.
No Instituto de Educação de Minas Gerais (IEMG), região Centro-Sul, Consuelo Melo, também vice-diretora se preparava para fazer as substituições. "Hoje veio apenas uma professora de biologia pedir emprego, mas ainda estamos estudando as melhores formas de fazer as contratações", disse. A escola tem 22 professores de 3º ano e está com 600 alunos sem aulas.
Na Escola Estadual Governador Milton Campos, o Estadual Central, na região Centro-Sul, a adesão à greve foi parcial, segundo a direção. A notícia de contratação dos substitutos, no entanto, não tranquilizou os alunos. "Tenho certeza de que não vamos conseguir repor as aulas perdidas e eu vou ficar prejudicado", disse Vitor Diniz, 17, que se prepara o vestibular. (Com Gabriela Sales)
Fonte: O Tempo
Convocação gera bate-boca - Contagem / MG
FOTO: ALEX DE JESUS - 28.1.2010
Calendário. Secretária de Educação, Ana Lúcia Gazzola, diz que reposição ficará a cargo de cada escola
Professores se negaram a retomar aulas e discutiram com estudantes
GABRIELA SALES
Uma convocação para que alunos do ensino médio da Escola Estadual Nova Contagem, anexo Geovanine Chiode, em Contagem, na região metropolitana da capital, voltassem às aulas na última segunda-feira, terminou em bate-boca e confusão entre professores e alunos. O motivo foi a recusa dos professores grevistas da instituição em retornarem às salas de aula.
Em greve desde 8 de junho em todo o Estado, a categoria pede a adoção do piso salarial de R$ 1.597 para uma jornada de 40 horas semanais. Segundo dados da Secretaria de Estado de Educação (SEE), do total de 3.777 escolas em Minas, 80 estão totalmente paradas e 672 estão com as atividades parcialmente paralisadas. Já o Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação (Sind-UTE) registra 50% das escolas sem aulas.
O desentendimento começou, após os pais dos estudantes, apoiados pela direção da escola, convocarem os alunos usando um carro de som prometendo o retorno dos professores. Na noite da última segunda, quando os estudantes chegaram na instituição, encontraram as salas vazias e os professores reunidos com a direção.
Durante o encontro entre alunos e educadores os ânimos se alteraram e um bate-boca tomou conta dos corredores da instituição de ensino. "Eles (alunos) começaram a nos insultar", relembrou a professora Rosely Souza. Segundo ela, os grevistas tinham ido ao local para saber como estavam as atividades na escola. "Tínhamos a informação de que alguns professores retornaram às salas", contou .
Outra professora da instituição afirmou que a diretoria havia ameaçado substituir o quadro de funcionários. "O diretor já dizia que nossos cargos poderiam ficar a disposição", disse a professora Aniele de Souza. O diretor da escola não quis falar com a reportagem.
Para a comunidade, a greve está sendo arbitrária e prejudicial aos alunos que farão o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). "Sem as aulas, não sei como a gente vai conseguir fazer o Enem neste ano. Estão fazendo a gente de palhaço", disse uma aluna que não quis ser identificada.
GABRIELA SALES
Uma convocação para que alunos do ensino médio da Escola Estadual Nova Contagem, anexo Geovanine Chiode, em Contagem, na região metropolitana da capital, voltassem às aulas na última segunda-feira, terminou em bate-boca e confusão entre professores e alunos. O motivo foi a recusa dos professores grevistas da instituição em retornarem às salas de aula.
Em greve desde 8 de junho em todo o Estado, a categoria pede a adoção do piso salarial de R$ 1.597 para uma jornada de 40 horas semanais. Segundo dados da Secretaria de Estado de Educação (SEE), do total de 3.777 escolas em Minas, 80 estão totalmente paradas e 672 estão com as atividades parcialmente paralisadas. Já o Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação (Sind-UTE) registra 50% das escolas sem aulas.
O desentendimento começou, após os pais dos estudantes, apoiados pela direção da escola, convocarem os alunos usando um carro de som prometendo o retorno dos professores. Na noite da última segunda, quando os estudantes chegaram na instituição, encontraram as salas vazias e os professores reunidos com a direção.
Durante o encontro entre alunos e educadores os ânimos se alteraram e um bate-boca tomou conta dos corredores da instituição de ensino. "Eles (alunos) começaram a nos insultar", relembrou a professora Rosely Souza. Segundo ela, os grevistas tinham ido ao local para saber como estavam as atividades na escola. "Tínhamos a informação de que alguns professores retornaram às salas", contou .
Outra professora da instituição afirmou que a diretoria havia ameaçado substituir o quadro de funcionários. "O diretor já dizia que nossos cargos poderiam ficar a disposição", disse a professora Aniele de Souza. O diretor da escola não quis falar com a reportagem.
Para a comunidade, a greve está sendo arbitrária e prejudicial aos alunos que farão o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). "Sem as aulas, não sei como a gente vai conseguir fazer o Enem neste ano. Estão fazendo a gente de palhaço", disse uma aluna que não quis ser identificada.
Entenda o impasse
Versão professoresO Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação (Sind-UTE) alega que o piso nacional da categoria é R$ 1.597 para jornada de 40 horas semanais.
Versão do Estado
O governo afirma que com a criação do regime de subsídio, em janeiro, o menor salário pago em Minas é de R$ 1.122 para jornada de 24 horas semanais.
Versão do Estado
O governo afirma que com a criação do regime de subsídio, em janeiro, o menor salário pago em Minas é de R$ 1.122 para jornada de 24 horas semanais.
Reposição das aulas poderá se estender até 17 de dezembro
Caso as aulas do 3° ano do ensino médio voltem na próxima segunda-feira, com a contratação dos 3.000 professores substitutos, os alunos ficarão em salas de aula até o dia 17 de dezembro. De acordo com informações da secretária de Estado de Educação, Ana Lúcia Gazzola, serão necessários 18 sábados letivos para que as aulas sejam repostas aos estudantes.
A Secretaria de Educação informou, no entanto, que 30% dos sábados letivos deverão ser utilizados com atividades coletivas. "Não precisam ser na sala de aula. Podem ser ministradas com atividades ou em aplicação de simulados", explicou a secretária. Após a contratação dos professores substitutos, ficará a cargo de cada escola o planejamento da reposição. (GS)
A Secretaria de Educação informou, no entanto, que 30% dos sábados letivos deverão ser utilizados com atividades coletivas. "Não precisam ser na sala de aula. Podem ser ministradas com atividades ou em aplicação de simulados", explicou a secretária. Após a contratação dos professores substitutos, ficará a cargo de cada escola o planejamento da reposição. (GS)
Greve
Apoio cresce em sites como Facebook
Os sites de relacionamento da internet e microblogs estão sendo usados por internautas para demonstrar apoio às reivindicações dos professores da rede estadual de ensino. O movimento cresceu na rede de computadores após o anúncio do governo do Estado da contratação de 3.000 professores substitutos aos grevistas, na última terça-feira, para dar aulas aos alunos do 3º ano do ensino médio. Nas páginas dos perfis de vários usuários no site Facebook, os internautas passaram a criticar a medida do governo e pedir adesão dos seguidores. "Se você também acha isso um absurdo e é a favor do aumento salarial dos professores, cole isso no seu mural!". A adesão a publicação cresce a cada dia.
Para o Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação (Sind-UTE), a iniciativa demonstra que o apoio à categoria só está crescendo.
A Secretaria de Estado de Educação de Minas (SEE) não quis se pronunciar sobre o assunto. (GS)
Fonte: O Tempo
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