quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Trabalhadores/as em educação suspendem a greve e voltam às salas de aula nesta quinta-feira (29/09) - Estado de greve continua

Após 112 dias de greve e 197 horas de greve de fome (dos trabalhadores/as Marilda de Abreu Araújo e Abdon Geraldo Guimarães), chega ao fim uma greve histórica em Minas Gerais. A suspensão da greve foi possível a partir de um processo de negociação com a Assembleia Legislativa de Minas Gerais e com o governo, por meio do Secretário de Governo, Danilo de Castro. O Governo reconheceu, finalmente, que não paga o Piso Salarial Profissional Nacional na carreira. Foi assinado o Termo de Compromisso.

Os trabalhadores em educação, em greve desde 08 de junho, retornam às atividades escolares amanhã, 29 de setembro. A categoria conseguiu: o reconhecimento do Piso Salarial na carreira da educação, e não apenas para professor; a suspensão das demissões anunciadas pela Secretaria Estadual de Educação; a suspensão da tramitação do projeto de lei 2.355; a formação de uma comissão formada por representantes do Sind-UTE/MG, do Governo e da ALMG.

“O Piso Salarial na carreira significa aplicá-lo na tabela de vencimento básico considerando os percentuais existentes (22% entre os níveis e 3% entre os graus). O reposicionamento da categoria nesta tabela será objeto de definição da comissão e terá impacto financeiro entre 2012 e 2015”, explica a coordendora-geral do Sind-UTE/MG, Beatriz Cerqueria.

Ela também informa que o processo para pagamento e a anistia dos dias paralisados serão feitos junto ao Legislativo Estadual. Vale dizer que a comissão inicia os trabalhos nesta quinta-feira, dia 29/09, em horário e local a serem definidos.


A direção do Sindicato orienta toda a categoria a aguardar a definição do calendário de reposição e do pagamento dos dias parados, assuntos que constam da pauta da reunião de amanhã.


Reunião no STF
Vale ressaltar que hoje, o Sind-UTE/MG tem reunião marcada a partir das 13 horas, em Brasília, com a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Carmen Lúcia. A proposta é pedir a ela que reveja sua decisão, publicada nessa segunda-feira (26/9), na qual ela nega recurso do Sindicato que pedia a suspensão da decisão do desembargador Roney de Oliveira, do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), que determinava a suspensão do movimento. “É fundamental que a ministra repense sobre sua decisão, porque é importante garantir o direito de greve do trabalhador/a”, defende Beatriz Cerqueira.

O Comando de Greve se reúne no dia 08 de outubro para avaliar o movimento e o andamento dos trabalhos desta comissão.





Fonte: Sindute MG

Professores decidem suspender greve e voltar ao trabalho na quinta-feira

Segundo sindicato, categoria permanecerá em estado de greve enquanto durarem as negociações pelo apromoramento salarial


Daniel Silveira
Publicação: 27/09/2011 23:41 Atualização: 28/09/2011 00:44


Depois de 112 dias de muito impasse, os professores da rede estadual decidiram aceitar uma nova proposta de negociação feita pelo Governo de Minas e voltar ao trabalho. Por volta das 23h35 desta terça-feira, a categoria definiu em assembleia aceitar as garantias de que não haverá qualquer tipo de retaliação aos grevistas e de aprimoramento da remuneração da categoria. Ficou definido que as aulas serão totalmente restabelecidas a partir desta quinta-feira.

Para dar fim à greve, foi firmado entre o governo e o Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG) um termo de compromisso que prevê:

-A suspensão da paralisação parcial dos servidores de educação da rede pública estadual e o imediato retorno dos professores às salas de aula;
-A suspensão da tramitação do Projeto de Lei enviado pelo Governo de Minas à Assembleia Legislativa e a suspensão da aplicação de novas penalidades que seriam adotadas em decorrência da ilegalidade da paralisação decretada pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais e confirmada pelo Supremo Tribunal Federal;
-A formação de uma comissão de negociação composta por parlamentares e por representantes do Sind-UTE/MG e do Governo de Minas. Esta proposta é a mesma que havia sido apresentada pelo Governo de Minas ao Sindicato, em reunião realizada em julho de 2011 com a presença de parlamentares.

Segundo o governo, a comissão de negociação que será formada contará com a presença de seis parlamentares, além dos representantes do Poder Executivo e do Sind-UTE. Ela irá discutir o aprimoramento e o reposicionamento na tabela salarial da carreira da educação, tanto no modelo de remuneração por subsídio como no antigo. Os reajustes serão escalonados entre 2012 e 2015.

A condição básica para validação do termo era a suspensão imediata da greve. A partir de então, o governo garante que a comissão, que será instituída por meio de uma resolução publicada imediatamente. Os trabalhos da comissão terão início 24 horas após a sua constituição.

Segundo a coordenadora do Sind-UTE, Beatriz Cerqueira, o ponto mais importante da proposta feita pelo governo é o reposicionamento do plano de carreira dos professores que optaram pelo modelo de remuração antigo, feito com base no piso salarial. Ela ressaltou que a categoria permanece em estado de greve e que no dia 8 de outubro nova assembleia irá discutir os rumos das negociações com o governo.
Fonte: Estado de Minas

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Leonardo Boff e Dom Tomás Balduíno declaram apoio aos profissionais da educação em Minas Gerais

 

Já havia postado este vídeo anteriormente mas como são raras as palavras amigas e sábias quando se tem como tema a greve, posto-o novamente aqui no intuito de nos inspirar a cerca das razões de nossa luta e da possibilidade de dias melhores.

Deputados tentam, novamente, intermediar acordo entre Estado e professores na ALMG

27/09/2011 12h46

MÁRCIA XAVIER/FELIPE REZENDE

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A reabertura das negociações entre Governo do Estado e professores em greve voltou a ser debatida nesta terça-feira (27) na Assembleia Legislativa de Minas. A reunião sobre o assunto, que havia sido prometida por deputados, teve início no início desta tarde e ainda não há previsão de término. Os deputados tentam intermediar acordo sobre os rumos do movimento.

Na segunda-feira (26), ocorreu uma tentativa de reabertura das negociações, mas a categoria de professores não obteve resultado positivo. Educadores ocuparam o plenário da ALMG e garantem que só sairão do local depois que o governo do Estado reabrir as negociações.

Na tarde desta terça, professores farão uma nova assembleia para discutir os rumos do movimento, que já dura mais de cem dias.

Conforme resolução divulgada nesta terça, professores designados têm até hoje para retornar às salas de aula sob pena de serem demitidos pela Secretaria de Estado de Educação (SEE). O órgão abriu um processo administrativo contra os profissionais que não atenderam à convocação do Estado no último dia 21 para retomar as atividades. Na quarta-feira, os designados faltosos terão as iniciais do nome e o número de matrícula (Masp) publicados no "Minas Gerais" e, caso não apresentem defesa, serão dispensados.

Apesar da nova ameaça do governo, o Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-Ute/MG), informou que a categoria continua em greve por tempo indeterminado.

Matéria atualizada às 13h


Fonte: O Tempo

Com caricaturas de representantes do governo, professores fazem novo protesto na ALMG

MÁRCIA XAVIER
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Segurando faixas, um relógio gigante cronometrando os dias de greve e caricaturas de representantes do governo, entre elas a do governador Antonio Anastasia, professores estão se reunindo na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), no bairro Santo Agostinho, na região Centro-Sul de Belo Horizonte, para uma nova manifestação.

De acordo com Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação (Sind-UTE), reivindicações já estão sendo feitas no pátio da ALMG e a previsão é de que vários protestos ocorram no decorrer do dia.

Nesta terça-feira, professores farão uma nova assembleia para discutir os rumos do movimento grevista, que já dura mais de cem dias.

Alguns professores estão em greve de fome e outros acampados no plenário da ALMG. Segundo o Sind-UTE, os educadores só encerrarão os dois atos de protesto quando houver negociações sobre a greve com o governo.


Fonte: O Tempo

Professora que estava acampada na ALMG passa mal e é obrigada a deixar plenário

MÁRCIA XAVIER
Siga em: twitter.com/OTEMPOonline

Acampados no plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, no bairro Santo Agostinho, na região Centro-Sul de Belo Horizonte, professores tiveram um susto na manhã desta terça-feira (27). De acordo com José Luiz Rodrigues, um dos diretores do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação (Sind-UTE), uma professora passou mal e teve que ser retirada do local.

Detalhes do que ocorreu com a educadora não foram divulgados, mas segundo a diretoria do sindicato, ela já foi medicada e está se recuperando. O sindicato informou ainda, que nesta manhã, 27 professores estão acampados no plenário e dois estão em greve de fome do lado de fora da ALMG.
Segundo José Luiz, nesta manhã, alguns deputados levaram comidas para os professores acampados no plenário. O acesso a água também foi liberado pela Casa.

Prevista para esta manhã, a resposta sobre a reabertura das negociações com a categoria em greve, prometida por deputados, ainda não foi dada. Conforme José Luiz, nenhum político se pronunciou sobre o assunto ainda.

José Luiz disse também que o Batalhão de Choque da Polícia Militar voltou a ocupar os arredores da ALMG. Segundo o diretor, a entrada de professores na Casa está restrita.

Na tarde desta terça, professores farão uma nova assembleia para discutir os rumos do movimento, que já dura mais de cem dias. O Sind-UTE informou que educadores ficarão acampados na ALMG até que haja negociações sobre a greve com o governo.

Fonte: O Tempo

ASPRA/MG ENTREVISTOU BEATRIZ CERQUEIRA DO (SIND-UTE/MG)


Beatriz Cerqueira participou hoje do programa a Voz do Praça, apresentado por Tenente Gonzaga na Web Rádio Aspra.







Fonte: Blog da Renata

Governo abrirá sindicância contra professores designados que permanecem em greve

Resolução que regulamenta abertura de processo administrativo contra os docentes contratados será publicada nesta terça-feira


Daniel Silveira
Publicação: 26/09/2011 18:37 Atualização: 26/09/2011 19:13


A partir desta terça-feira, os professores designados na rede estadual de Minas que permanecem em greve serão notificados por escrito sobre a abertura de sindicância contra cada um deles. De acordo com a Secretaria de Estado de Educação (SEE), 248 docentes contratados continuam fora das salas de aula. Serão criadas comissões e cada professor terá cinco dias de prazo para apresentar defesa. Aqueles que tiverem faltas graves serão dispensados.

Segundo a SEE, uma resolução que regula a abertura de processos administrativos contra os professores designados que não retornaram às atividades será publicada nesta terça-feira. Nela, constarão as iniciais e a identificação funcional (Masp) de cada servidor. Já as notificações nominais serão encaminhadas pelas Superintendências Regionais de Ensino para a casa de cada docente.

Na última quarta-feira, a SEE publicou resolução convocando os 248 professores designados que estavam em greve para retornar ao trabalho. A publicação determinava prazo de 48 horas para que eles voltassem a dar aulas.

Batalha judicial
Mais uma vez, a Justiça se posicionou contrária à greve dos professores da rede estadual, que há mais de 110 dias estão fora das salas de aula. Nesta segunda-feira, o Supremo Tribunal Federal (STF) indeferiu liminar do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sindute-MG). Ela pedia a suspensão da decisão do desembargador Roney de Oliveira do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), que considerou a greve dos professores ilegal e determinou o imediato retorno às aulas dos educadores.

Ao requerer a liminar, o Sind-UTE argumentou que a decisão do TJMG contraria a Constituição e decisões do STF, pois “veda o exercício do direito de greve como instrumento legítimo de pressão do Estado Democrático de Direito”, além de pender em favor do Poder Executivo. A decisão, que indeferiu o pedido, foi da ministra Carmen Lúcia Antunes.

em.com entrou em contato com o Sind-UTE mas ninguém foi encontrado para comentar o assunto.

Fonte: Estado de Minas

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

STF nega recurso do Sind-UTE contra a ilegalidade da greve


João Henrique do Vale -
Publicação: 26/09/2011 15:52 Atualização: 26/09/2011 18:13


O Supremo Tribunal Federal (STF) indeferiu nesta segunda-feira uma liminar do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sindute-MG) que pedia a suspensão da decisão do desembargador Roney de Oliveira do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), que considerou a greve dos professores ilegal e determinou o imediato retorno às aulas dos educadores.
O Sind-UTE entrou com a liminar por entender que a decisão do TJMG contraria a Constituição e decisões do STF, pois “veda o exercício do direito de greve como instrumento legítimo de pressão do Estado Democrático de Direito”, além de pender em favor do Poder Executivo. A decisão foi da ministra Carmen Lúcia Antunes.

Em sua decisão o desembargador Roney Oliveira estipulou uma multa para o Sind-UTE caso a medida não fosse cumprida. O valor da multa não pode ultrapassar os R$ 600 mil. Como a decisão é em caráter liminar, o mérito da ação ainda será julgado por outros desembargadores da 2ª Câmara Cível.

Em greve há 111 dias, os professores reivindicam o pagamento do Piso Salarial Nacional, de R$1.187,00, para uma jornada de 40 horas semanais. O governo propõe piso salarial de R$ 712,20, para uma jornada de 24 horas semanais, começando a valer a partir de janeiro de 2012.

O em.com entrou em contato com o Sind-UTE mas ninguém foi encontrado para comentar o assunto.

Urgente / Urgente / Urgente

- Às 18h05m - De acordo com o tenente Alex, correspondente internacional do blog, acompanhado pelo combativo Carlinhos do Machado, o ato no Centro de BH terminou agora, com grande participação de apoiadores - pais de alunos, estudantes de várias universidades, o pessoal dos Correios em greve, e outros movimentos sociais.

Mais cedo um pouco quem me ligou foi o pai de aluno Paulo Roberto, que tem apoiado o nosso movimento e participou do ato. Amanhã teremos a nossa assembleia. E no Plenário da ALMG, neste instante, vários educadores continuam acorrentados, além do pessoal em vigília e dos colegas Marilda e Abdon, que estão em greve de fome.

- Às 17h29m - Só informar ao pessoal do Interior que virá apenas amanhã e nos acompanha neste momento:

- o movimento da Praça da Estação caminha em marcha com dezenas de educadores e apoiadores rumo à Praça Sete.

Conforme informou o combativo Alex, por telefone, vários pais de alunos, estudantes e outros movimentos e grupos sociais participam do ato de apoio e solidariedade ao nosso movimento.

- Às 15h30: Acompanhem o debate sobre a tortura no Brasil no Plenário da ALMG - onde muitos colegas nossos estão acorrentados - pela TV Assembleia.

Link: http://www.almg.gov.br/index.asp?grupo=comunicacao&diretorio=tvalmg&arquivo=tv_assembleia&idbox=TV%20Assembleia


- Cerca de 20 educadores em greve estão neste momento, às 14h39m, acorrentados no Plenário da ALMG, onde os deputados discutem e votam as questões.

Favor divulgar para a mídia e por twitter.

Informação dada pelo comandante João Martinho.




Diretamente do CHILE, onde os estudantes e toda a sociedade se mobilizam em defesa da Educação pública, os educadores em greve de Minas recebem apoio.



Fonte e Artigo completo em: Blog do Euler

Greve de fome de educadores completa hoje uma semana

Prosseguem com atos e reuniões pela implantação do Piso Salarial em Minas Gerais

Prosseguem as várias ações e atos dos trabalhadores em educação, em greve desde o dia 08 de junho pela implantação do Piso Salarial Profissional Nacional. O movimento tem recebido, diariamente, apoio dos movimentos sindical, social e populares, além de autoridades e sociedade. No final da tarde da última sexta-feira (23/9), a categoria recebeu, no hall das Bandeiras, na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), a visita do Frei Gilvander e do ex-ministro Patrus Ananias. Hoje a greve completa111 dias.

Greve de fome – Permanecem sem se alimentar os trabalhadores/as Abdon Geraldo Guimarães e Marilda de Abreu Araújo. Eles estão em greve de fome desde as 14 horas de segunda-feira (19/9) e, logo mais às 14h completam 168 horas de jejum. Eles vão permanecer assim até o Governo negociar com a categoria. O estado de saúde dos educadores/as é estável.

Acampados – Enquanto isso, educadores estão no hall das Bandeiras, na ALMG, acampados desde a última terça-feira (20/9), após a Assembleia Estadual da categoria. A iniciativa busca exigir abertura de negociação com o governo para a implantação do Piso Salarial e também é por tempo indeterminado. Na sexta-feira (23/9), a categoria que mora no interior do estado voltou para a sua região e os trabalhadores em educação de BH e Grande BH permaneceram no acampamento. Na manhã de hoje (26/9), os educadores do interior retornaram ao acampamento no Legislativo Mineiro.

Atos e reuniões – Nesse final de semana, houve, no sábado, uma panfletagem na Praça Sete e, no domingo, outra panfletagem na Feira na Praça da Assembleia. Hoje (26/6), haverá um ato público em apoio à greve dos trabalhadores e trabalhadoras em educação e à luta do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG), na Praça da Estação, a partir das 14h. A manifestação é uma promoção da UFMG e a Central Única dos Trabalhadores de Minas Gerais (CUT/MG). Participam também representantes das demais centrais Sindicais no Estado.

Também hoje, às 17h, na sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) seção Minas Gerais, à Rua Albita, 260, no Bairro Cruzeiro, haverá uma reunião com a direção do Sind-UTE/MG. A direção do Sindicato irá se discutir com o presidente da OAB/seção MG, Luís Cláudio da Silva Chaves, a greve da categoria.

Fonte:  Sindute MG

CENTRAIS SINDICAIS EM MINAS GERAIS CONVOCAM PARA ATO PÚBLICO DE APOIO À GREVE DOS TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO, NA SEGUNDA-FEIRA (26 DE SETEMBRO)

A Central Única dos Trabalhadores de Minas Gerais (CUT/MG) e demais centrais no Estado convocam dirigentes e militantes dos sindicatos e entidades de sua base para o ATO PÚBLICO EM APOIO À GREVE DOS TRABALHADORES E TRABALHADORAS EM EDUCAÇÃO E À LUTA DO SIND-UTE/MG que vai ser realizado às 14 HORAS DESTA SEGUNDA-FEIRA (26 DE SETEMBRO DE 2011), NA PRAÇA DA ESTAÇÃO, na Região Central de Belo Horizonte.

A manifestação contará também com a participação de políticos, entidades dos movimentos sociais, populares, estudantil e religiosos, como a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), o Movimento Minas Sem Censura, o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) e o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).

As centrais sindicais se unem aos trabalhadores em educação e ao Sind-UTE/MG que, num movimento histórico, desafiam o governo do Estado e lutam pelo pagamento do Piso Salarial Profissional Nacional.

A paralisação, que ultrapassa 100 dias, é a maior de todos os tempos e desmascara o governo de Antonio Anastasia, que oprime a classe trabalhadora e criminaliza os movimentos sindicais, sociais e populares.

ATO PÚBLICO EM APOIO AO MOVIMENTO DOS TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO
DATA: 26 de setembro de 2011 (segunda-feira)
HORÁRIO: 14 horas
LOCAL: Praça da Estação, Região Central de Belo Horizonte

Fonte: Sindute MG

Troféu cara de Pau